Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências… A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare
Beijos a todos meus amados amigos Tenham um ótimo final de semana, feliz tanto quanto o meu
Enquanto houver amizade Albert Einstein Pode ser que um dia deixemos de nos falar. Mas, enquanto houver amizade, faremos as pazes de novo. Pode ser que um dia o tempo passe. Mas, se a amizade permanecer, um do outro há de se lembrar. Pode ser que um dia nos afastemos. Mas, se formos amigos de verdade, a amizade nos reaproximará. Pode ser que um dia não mais existamos. Mas, se ainda sobrar amizade, nasceremos de novo, um para o outro. Pode ser que um dia tudo acabe. Mas, com a amizade construiremos tudo novamente, cada vez de forma diferente, sendo único e inesquecível cada momento que juntos viveremos e nos lembraremos pra sempre.
Há duas formas para viver sua vida. Uma é acreditar que não existe milagre. A outra é acreditar, que todas as coisas são um milagre.
Desejo a vc meu grande amigo que seus dias sejam repletos de felicidade!!! Obrigada por vcs existirem
Era uma vez... Há muito, muito tempo atraz, viviam duas crianças, um menino e uma menina, que tinham entre quatro e cinco anos de idade. O menino, chamava-se AMOR e a menina LOUCURA.O AMOR sempre foi uma criança calma, doce, compreensiva, já a LOUCURA era muito emotiva, passional e impulsiva, enfim, do tipo que jamais levava desaforo pra casa. Entretanto, com todas as diferenças que existiam entre eles, cresciam juntos, inseparáveis, brincando, brigando, amadurecendo... Mas, houve um dia em que o AMOR não estava muito bem e acabou cedendo as provocações da LOUCURA, com o qual, teve uma discussão muito feia.LOUCURA não deixava nada barato, não deixava passar nada, estava furiosa como nunca com o AMOR, começou a agredi-lo, não só verbalmente como de costume, a LOUCURA estava tão descontrolada que agrediu o AMOR fisicamente e, antes que pudesse perceber, arrancou-lhe os olhos. O AMOR, sem saber o que fazer, chorando, foi contar para sua mãe, a deusa Afrodite, o que havia ocorrido.Inconsolada, Afrodite implorou a Zeus que ajudasse seu filho e que castigasse a LOUCURA.Zeus por sua vez, pediu que chamassem a LOUCURA para uma seria conversa. Ao ser interrogada, a LOUCURA respondeu como se tivesse razão, que o AMOR havia lhe aborrecido e que foi merecido tudo que aconteceu.Embora soubesse que não fora justa com seu amigo, a menina que nunca soube se desculpar, concluiu que a culpa havia sido do AMOR e que não estava nem um pouco arrependida. Zeus, perplexo com a aparente frieza daquela criança, disse que nada poderia fazer para devolver a visão do AMOR, mas, ordenou que a LOUCURA estaria condenada a guia-lo por toda a eternidade, estando sempre junto ao AMOR, em cada passo que este desse. E, até hoje, eles caminham juntos, onde quer que o AMOR esteja, com ele, estará a LOUCURA, quase que fundidos numa só essência.Tão unidos, que por vezes não se consegue definir onde termina o AMOR e onde começa a LOUCURA. É também por isso que se usa dizer que o AMOR é cego, mas isso não é verdade, pois o AMOR, tem os olhos da LOUCURA!!!
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